terça-feira, 19 de agosto de 2014

Eduardo de Assis Duarte

EDUARDO DE ASSIS DUARTE

Eduardo de Assis Duarte é doutor em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela USP (1991). Cumpriu programas de Pós-doutorado na UNICAMP e na UFF. Professor aposentado da UFMG, mantém vínculo voluntário com a instituição, atuando como professor colaborador do Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos Literários. Participa do Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade NEIA. Trabalha em especial com os seguintes temas: literatura e alteridade; literatura afro-brasileira; romance, história, sociedade; Machado de Assis; Jorge Amado. Coordena o grupo de pesquisa Afrodescendências na Literatura Brasileira (CNPq) e o Literafro Portal da Literatura Afro-brasileira, com informações biobibliográficas, críticas e excertos de mais de 100 autores, disponível no endereço: www.letras.ufmg.br/literafrDentre suas múltiplas publicações, destacam-se os livros relacionados à temática do III Simpósio Afrocultura, Literatura, Educação:
DUARTE, E. A. (Org.) ;  et. al. Literatura Afro-brasileira: 100 autores do século XVIII ao XXI. 1ª. ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. v. 1. 296p . (Lançamento no III Simpósio Afrocultura, Literatura, Educação)
DUARTE, E. A. (Org.) ; LOPES, Elisângela Aparecida (Org.) ; ARRUDA, Aline (Org.) ; FIGUEIREDO, Fernanda Rodrigues de (Org.) ; OLIVEIRA, M. A. (Org.) . Literatura Afro-brasileira: abordagens na sala de aula. 1ª. ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. v. 1. 240p .
(Lançamento no III Simpósio Afrocultura, Literatura, Educação)


DUARTE, E. A. (Org.) . Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica.  Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. 4 v.
DUARTE, E. A. (Org.) ; DUARTE, Constância Lima (Org.) ; ALEXANDRE, M. A. (Org.) . Falas do outro: literatura, gênero, etnicidade. Belo Horizonte: Nandyala/NEIA, 2010. 344p .
DUARTE, E. A. (Org.) . Contos do mar sem fim: antologia afro-brasileira. R. Janeiro/Guiné-Bissau/Angola: Pallas / Ku Si Mon / Chá de Caxinde, 2010. 224p
DUARTE, E. A. (Org.) ; REIS, Maria Firmina dos (Org.) . Úrsula, de Maria Firmina dos Reis (Edição comemorativa dos 150 anos do romance). 5. ed. Florianópolis;Belo Horizonte: Mulheres; PUC Minas, 2009. v. 1. 280p .
DUARTE, E. A. (Org.) . Machado de Assis afro-descendente - escritos de caramujo [Antologia]. 1. ed. Rio de Janeiro/Belo Horizonte: Pallas/Crisálida, 2007. v. 1. 286p .
DUARTE, E. A. (Org.) ; CRUZ, A. S. (Org.) . Seleta literafro. Belo Horizonte / Brasília: NEIA/Ações Afirmativas / Fundação Cultural Palmares, 2007. v. 1.
DUARTE, E. A. (Org.) ; CRUZ, A. S. (Org.) . Seleta literafro: catálogo de autores. Belo Horizonte / Brasília: NEIA / Ações Afirmativas UFMG / Fundação Cultural Palmares, 2007. v. 1.
DUARTE, E. A.  Literatura, Política, Identidades. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2005. v. 1. 176p .
DUARTE, E. A. (Org.) ; SCARPELLI, M. F. (Org.) . Poéticas da diversidade. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2002. 250p .

Esmeralda Ribeiro

ESMERALDA RIBEIRO


Esmeralda nasceu em São Paulo/SP, onde mora atualmente. É contista, ensaísta e jornalista, tendo publicado em várias antologias no Brasil e no exterior. Nos  anos 80, destacou-se como uma das poucas mulheres a integrar as discussões do I e do II Encontros de Poetas e Ficcionistas Negros Brasileiros: Também, já nessa década, preocupava-se com  o “papel da escola como instrumento de transmissão e de reforço às ideias e práticas racistas”, e defendia a inclusão nas escolas de ensino fundamental e médio de estudos sobre a cultura e a história afro-brasileiras, como forma de combater o branqueamento e estereótipos racistas. Coordena, com Márcio Barbosa, a série Cadernos negros, que já conta com trinta e seis volumes publicados.


Acerca da importância da literatura como instrumento de transformação, diz:
            “transformações ocorrem lentamente. Escrever é só um dos caminhos.  . [...] Está dentro da cultura afro promover não o conflito, mas a compreensão entre as gerações, o respeito aos mais velhos; também está dentro dessa cultura valer-se da expressão artística como  possibilidade de interação com o mundo e de transformação deste. Estão dentro dessa cultura as bases apara a construção  de um hoje e de um amanha mais solidários, mais cheios de beleza e harmonia! (Cadernos negros ,v. 36, 2013)

Dentre sua vasta produção, destacam-se:

Obra individual
Malungos e milongasSão Paulo: Edição da autora, 1988. (Contos)
Orukomi - meu nome. Ilustrações de Edmilson Quirino dos Reis. São Paulo:
Quilombhoje, 2007.

Não Ficção
Literatura infanto-juvenil. In: Reflexões sobre a literatura afro-brasileira. São Paulo: Quilombhoje, 1982; Conselho de Desenvolvimento e participação da Comunidade negra, 1985 (artigo). p. 25-29.
A Escritora negra e o seu ato de escrever participando. In Silva, Luiz (Cuti), Alves, Miriam; e Xavier, Arnaldo (orgs.) Criação crioula, nu elefante branco. São Paulo: Secretaria de Estado e Cultura, 1987 (Trabalho apresentado no I EncontroNacional de Poetas e Ficcionistas Negros Brasileiros). p. 59-65.
A obra de Carolina Maria de Jesus” In DUARTE, Constância, DUARTE, Eduardo e BEZERRA, Kátia (orgs.) Gênero e representação na literatura Brasileira, Col. Mulher & Literatura, Vol. 2. Belo Horizonte: UFMG, 2002.
Gostando mais de nós mesmos. São Paulo: Ed. Gente, 1999. (Depoimentos)
A narrativa feminina publicada nos Cadernos Negros sai do quarto de despejo. In: DUARTE, Constância Lima et al. (orgs.) Gênero e representação na literatura brasileira. Vol. II. Belo Horizonte: UFMG, 2002, p. 229-233.
The afro-brasilian mind – a mente afro-brasileira: contemporary afro-brasilian literary and cultural criticism. (Co-organização, com Niyi Afolabi e Márcio Barbosa). Trenton-NJ / Asmara-Eritrea: África World Press, 2007.
Cadernos Negros - Black Notebooks: contemporary afro-brsilian literary movement. (Co-organização, com Niyi Afolabi e Márcio Barbosa). Trenton-NJ / Asmara-Eritrea: África World Press, 2007.
Cadernos Negros: três décadas. (Co-organização, com Márcio Barbosa). São Paulo: Quilo0mbhoje / SEPPIR, 2008.
Women righting – mulheres escre-vendo: afro-brazilian women’s short fiction(Edited by Miriam Alves e Maria Helena Lima. Bilingual edition). London: Mango Publishing, 2005.

Graça Graúna

GRAÇA GRAÚNA

Graça Graúna é o pseudônimo de Maria das Graças Ferreira. Escritora, potiguara de São José do Campestre (RN). Membro do grupo de Escritores Indígenas, liderado por Daniel Munduruku. Educadora universitária na área de Literatura e Direitos Humanos, na Universidade de Pernambuco, Campus Garanhuns. Mestre e Doutora em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco, onde defendeu a dissertação sobre mitos indígenas na literatura infantil e tese sobre Literatura indígena contemporânea no Brasil. Líder do Grupo de Estudos Comparados em literaturas de língua portuguesa (grupo de pesquisa reconhecido pelo CNPq). Ensaísta, palestrante, contadora de histórias. Autora de Canto mestizo (poemas, Ed. Blocos, 1999), Tessituras da terra (poemas, Edições M.E, 2000), Tear da palavra (poemas, Edições M.E, 2007), Criaturas de Ñanderu (narrativa, Amarilys, 2010). Participa da Saciedade dos Poetas Vivos Digital, volume 1.

BIBLIOGRAFIA

 LIVROS INDIVIDUAIS:
1 - Canto Mestizo - (poesia), Rio de Janeiro: Blocos Editora, 1999
2 - Tessituras da terra (poesia), 2 ed. Belo Horizonte: M.E Tânia Diniz ,2001.
3 - Tear da palavra (poesia). Belo Horizonte:  M.E Tânia Diniz, 2007.
4 - Lugar e memória (crônicas), 2008.
5 - Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil. (ensaio). Belo Horizonte: Mazza Editora, 2008.
6 - Histórias de uma Vovó Pássaro.

 LIVROS COLETIVOS:
1- A nova poesia brasileira. São Paulo: Shogun Editora e Arte, (org. Christina Oiticica), 1985, p. 77.

2 -Águas dos trópicos. Recife: Editora Bagaço; Ceará: Secult, 2000 (orgs. Lourdes Sarmento e Beatriz Alcântara), p. 230.
3 - Antologia de poetas nordestinos. Recife: Ed-Micro, 2000 (org. Benito Araújo), p. 141-146.
4 - Leituras natalinas. Recife, (orgs. Antonio Viana e Ricardo P. Barreto), 2001, p. 9.
5- O caminho das pedras na literatura luso-brasileira. (ensaio) In: Cruzamentos poéticos: Portugal - Brasil. Recife: Editora Nova Presença, 2002 (orgs. Antonio Viana e Ricardo P. Barreto), p. 53-58.
6 - A nostalgia da linguagem em Osman Lins. (ensaio) In: Cruzamentos poéticos: Portugal - Brasil. Recife: Editora Nova Presença, 2002 (orgs. Antonio Viana e Ricardo P. Barreto), p. 103-108.
7- Retratos: a poesia feminina contemporânea em Pernambuco. Recife: Ed. Bagaço, 2004 (orgs. Elizabeth Siqueira e Laura Areias), p. 99-104.
8 - Talento feminino em prosa e verso. São Paulo: Rebra (org. Joyce Cavalccante), 2004.
9 - Terra latina: antologia internacional. Curitiba-PR: Abrali, (org. Zeni Brasil), 2005, p. 121-130.
10- Cadernos negros (poesia), n. 29. São Paulo: Quilombhoje, 2006 (org. Esmeralda Ribeiro), p. 119-126.

domingo, 17 de agosto de 2014

LANÇAMENTOS DE LIVROS

Lançamentos: Eduardo de Assis Duarte



Lançamento: Esmeralda Ribeiro


Lançamento: Graça Graúna



sábado, 16 de agosto de 2014

NÃO ÉS DA REGIÃO? Mapa, transportes e hospedagem!

ONDE FICA FREDERICO WESTPHALEN?


COMO CHEGAR A FREDERICO WESTPHALEN?

Chegar até o nortenoroeste do Rio Grande do Sul não é difícil. De Porto Alegre são 450 km de BR 386. Dos outros estados ou países é possível vir de ônibus (veja abaixo as principais empresas), avião (o aeroporto mais próximo é o de Chapecó, a 140 km, mas sempre é possível vir a Porto Alegre e de lá tomar um confortável ônibus) ou ainda de carro próprio. Nesse último caso, é só dar uma olhada no Google Maps e ver o melhor percurso para você.
Distância rodoviária média dos principais aeroportos vizinhos: Chapecó (140 km), Passo Fundo (180 km), Cascavel (390 km), Foz do Iguaçu (390 km), Porto Alegre (430 km).
Companhias aéreas que servem esses aeroportos: Gol, Azul, Avianca,  Tam. 
Distância rodoviária média de algumas cidades: Curitiba (600 km), Florianópolis (660 km), Porto alegre (430 km), Ijuí (170 km), São Miguel do Oeste (130 km), Chapecó (140 km), Presidente Prudente (800 km), Dourados (800 km), Campo Grande (1.000 km), Buenos Aires (1.250 km), Machu Picchu (4.294 km).
Empresas de ônibus que servem Frederico Westphalen: Eucatur, Ouro e Prata,  Unesul, Nova Integração, Valtur, Planalto, Helios, , Lopestur e Cantelletur. Telefone da rodoviária local: (55) 3744-1800 / (55) 3744-1511. 
Os táxis - (55) 3744-1874 - cobram por corrida, o valor deve ser acertado previamente com o motorista. Em Frederico, tudo se encontra à proximidade do visitante.


ONDE POSSO ME HOSPEDAR?

HOTÉIS
CANTELLE HOTEL
Categoria: 3 estrelas
E-mail: cantellehotel@hotmail.com
Site: www.cantellehotel.com.br
Telefone/Fax – Reserva +55 (55) 3744 9100
Endereço: Rua do Comércio, 740 Centro – Frederico  Westphalen – RS
Como chegar: Entra no trevo principal da cidade segue até a Rua do Comércio e dobra a direita, mais 70 metros.
Distância da URI (do evento): 800 metros

PALACE HOTEL
Categoria: 3 estrelas
E-mail: hotelpalacefw@terra.com.br
Site: www.hotelpalacefw.com.br
Telefone/Fax – Reserva +55 (55) 3744 4333
Endereço: Rua do Comércio, 789 Centro – Frederico  Westphalen – RS
Como chegar: Entra no trevo principal da cidade segue até a Rua do Comércio e dobra a direita, mais 50 metros.
Distância da URI (do evento): 800 metros

PIGATTO HOTEL
Categoria: 3 estrelas
E-mail: npigatto@fredon.com.br
Site: www.pigattohotel.com.br
Telefone/Fax – Reserva +55 (55) 3744 3122 ou  +55 (55) 37443172
Endereço: BR 386 – KM 34, Bairro Jardim Primavera – Frederico  Westphalen – RS - Como chegar: pela BR 386, km 34
Distância da URI (do evento): 1 km